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Aborto, uma verdadeira indústria da morte

Escrevo este artigo a partir da infeliz notícia de que um grupo de progressistas (ou seja, esquerdistas) de Nova York estão preparando uma exposição naquela cidade cujo tema é “Aborto é normal”.

Quero rebater essa falácia e dizer que não, aborto não é normal! E por que digo isso? Porque matar um ser humano, por prazer não é normal, impedir uma vida já consolidada de vir a vida não é normal.

Ocorre que os abortistas não estão preocupados com a vida, pois promovem apenas a cultura da morte em todos os segmentos e dimensões sociais. O que vemos é que o Aborto virou uma bandeira da implantação da subversão cultural, se a cultura vigente é religiosa, e se essa religião que normaliza a “moral” tem princípios que eles não concordam, simplesmente se posicionam contra.

Essa é uma parte da história. A outra é ainda mais perversa, pois além de propagandearem essa falácia, eles são os patrocinadores daqueles que promovem o genocídio de bebês, não por acreditarem no direito da mulher ao seu corpo, mas sim para lucrar com partes do bebê, que são vendidas para empresas fazerem “estudos” ou simplesmente para indústria de cosméticos.

Já é provado que a indústria do aborto é lucrativa, são clínicas, procedimentos, equipamentos que geram lucros superiores aos da legalização das drogas.

A fundação norte-americana Planned Parenthood já foi denunciada, desmascarada, diversas vezes. O que está em jogo é o poder financeiro e não o poder da mulher decidir pelo seu corpo.

Infelizmente, o poder financeiro fala mais alto em todas as esferas, principalmente a política. Bilionários como George Soros, que acumulam  bilhões às custas da morte física, psicológica e social de seres humanos, financiam políticos, movimentos sociais, ou seja, financiam suas causas para que, como gado, idiotas úteis, promovam a sua causa de dominação mundial.

Eles estão se lixando para a dor psicológica, as mortes de mulheres, para o arrependimento, culpa posterior; só querem lucrar com a indústria do aborto, que é sem dúvida a mais lucrativa.

Temos que ter a coragem de contrapor, de denunciar, essa chacina,  esse genocídio, essa demoníaca ação destes apologistas, que ao desconstruírem a luta legítima a favor da vida, querem demonizá-la e normatizar a morte.

Essa cultura da morte tem que ser confrontada pelo povo, por todo cidadão.

Se estivessem preocupados com as mulheres, investiriam em campanhas de prevenção e não na erotização, na estimulação da gravidez, pois é isso que ensinam, principalmente nas mídias e na escola.

Eles promovem sexo como direito, as mulheres engravidam e, óbvio, promovem o aborto para, assim, atenderem às necessidades comerciais dos abortistas travestidas de direitos da mulher sobre seu corpo.

Não compreendo a cegueira feminista, como não entendem o quanto são usadas pelo poder financeiro; é muita alienação, são massa de manobra, a serviço da morte.

Leia o artigo anterior: Depressão: Família é fator protetivo na prevenção e curativo no tratamento

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