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Cristãos foram condenados à prisão por “apostasia” contra o islamismo no Irã

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A liberdade religiosa na República Islâmica do Irã não existe para os que deixam a religião muçulmana. Chamados de “apóstatas” por se tornarem cristãos, os seguidores de Cristo são condenados à prisão por “apostasia” contra o islamismo, sendo obrigados a lutar por suas vidas e pelo direito de consciência.

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Essa é a batalha que nove cristãos estão enfrentando desde o início desse ano, especialmente após o dia 23 de setembro, quando eles foram condenados à prisão por um juiz iraniano conhecido por erros judiciais.

Shahrouz Eslamdoust, Babak Hosseinzadeh, Behnam Akhlaghi, Mehdi Khatibi, Mohammad Vafadar, Kamal Naamanian, Hossein Kadivar (Elisha) e Khalil Dehghanpour teriam sido detidos na cidade costeira de Rasht no início de 2019, segundo informações do portal BosNewsLife.

Eles foram condenados assim como o pastor Matthias Haghnejad, todos porque deixaram o islamismo. O juiz responsável pelo julgamento lhes ofereceu um representante do Estado para exercer a defesa, o qual foi recusado, visto que a chance de uma atuação imparcial seria praticamente nula em uma nação que tem o islã como religião oficial.

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“O juiz Moghisheh posteriormente retomou o julgamento do Sr. Vafadar, Naamanian, Sr. Kadivar (Elisha) e Sr. Dehghanpour, que estavam se representando durante o qual ele afirmou que a Bíblia foi falsificada e chamou os homens de ‘apóstatas’, termo usado para deixar o Islã”, informou o grupo de defesa Christian Solidarity Worldwide (CSW).

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Para Mervyn Thomas, diretor da CSW, o juiz também não atuou de forma correta, desconsiderando a Constituição Iraniana, que embora reconheça o islã como religião oficial do Estado, também prevê a liberdade de outras crianças.

“Mais uma vez, fica claro pela brevidade do julgamento, relato e a falta de interesse do juiz presidente, que o devido processo não foi observado. E o juiz não foi imparcial”, disse ele.

“Às acusações contra esses cristãos são excessivas, completamente infundadas e constituem uma criminalização de uma religião que a Constituição iraniana supostamente reconhece”, conclui Thomas.

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Perseguição religiosa no Irã

O irã é um dos países que mais perseguem cristãos no mundo, ocupando a nona colocação na lista mundial publicada pela organização Portas Abertas todos os anos. Um exemplo internacionalmente conhecido envolve o pastor Yousef Nadarkhani, preso também sob à acusação de “apostasia”.

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“Muitos cristãos, principalmente os convertidos, foram acusados e sentenciados a longos períodos de prisão. Outros ainda esperam julgamento. As famílias também enfrentaram humilhação pública. Diversas igrejas domésticas foram fechadas e muitas não estão mais funcionando”, diz a Portas Abertas.

Nesse contexto, os ex-muçulmanos são os mais perseguidos, visto que eles não apenas entendem o motivo da conversão a Cristo, como também são capazes de revelar com maior precisão os motivos pelos quais o islamismo não serve ao mesmo Deus dos cristãos.

“A situação geral de perseguição no Irã é causada por um governo islâmico estrito, que tem o objetivo de erradicar ou restringir qualquer influência – incluindo o cristianismo – que possa ameaçar sua posição de poder. Cristãos ex-muçulmanos são os que vivenciam maior perseguição”, conclui a Portas Abertas.

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