Erika Hilton, uma ativista negra e trans, no lado oposto de Bolsonaro

Quando, ainda criança, perguntavam a Erika Hilton (Franco da Rocha, SP, 28 anos) o que queria ser quando crescer, já tinha a resposta pronta: ser presidente do Brasil. Um sonho já por si complicado e que se torna quase impossível para pessoas transgênero, como ela, cuja expectativa de vida no país é de 35 anos —em razão do número de assassinatos dessas pessoas no Brasil. Desafiando as estatísticas, se tornou a primeira vereadora trans e negra em São Paulo nas eleições municipais de novembro de 2020, e a mulher mais votada no Brasil nessas eleições, com 50.508 votos —quantidade enorme em um país onde são eleitores muitos vereadores em cada cidade. “Espero que meu corpo abra caminhos para que outras como eu cheguem a esses lugares de poder”, comemora. Em 24 de março, foi nomeada presidenta da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Vereadores de São Paulo, a maior cidade do Brasil.

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@prflavionunes

🔥Pastor, Mestre em Ensino à Distância, Doutor em Teologia, Pregador da Palavra, Reitor do ITG e Presidente da OTPB. Casado com @tatiane_marlen .🇧🇷🇺 https://institutogamaliel.com/

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