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Número de abortos no Reino Unido aumenta 150%

Número de bebês abortados com fissura labial aumenta 150% na Inglaterra e no País de Gales. Confira!

Abortos realizados em bebês com fenda labial aumentaram significativamente na Inglaterra e no País de Gales desde 2011. O Parlamento do Reino Unido divulgou dados mostrando os últimos números com um aumento de 150%.

De 10 casos de aborto em 2011, o número aumentou para 25 em 2018, no entanto, é provável que esses números sejam ainda mais altos.

O Eurocat, é uma organização europeia que funciona como “uma rede de registros populacionais de vigilância epidemiológica e de anomalias congênitas, e atua em 23 países do continente.

A organização descobriu que 157 bebês (fetos) com fissura labial e palatina foram abortados. Isso na Inglaterra e no País de Gales entre 2006 e 2010, segundo o Right to Life, no Reino Unido.

Em um relatório de 2014, o Departamento de Saúde registrou 14 abortos durante esse período. Assim também admitiu que alguns procedimentos de aborto, foram realizadas de maneira irregular, em relação a possível anomalia do feto.

Em conclusão, a coordenadora nacional do Eurocat, Joan Morris, afirmou que o número de bebês abortados em 2010 com Síndrome de Down dobrou de 482 para 886.”Os bebês são abortados pelo Down e ainda não o colocam no formulário de aborto. Portanto, se não podem fazê-lo pelo Down, por que colocariam o lábio leporino?”

Na Inglaterra, país de Gales e Escócia as mulheres podem fazer um aborto até o nascimento, caso o bebê tenha alguma deficiência. Isso inclui Síndrome de Down, lábio leporino e pé torto.

Fissuras lábio-palatinas no bebê (Foto: Reprodução)
Medidas Extremas

Mães de crianças nascidas com fissura labial e palatina estão se manifestando chocadas com as medidas extremas de aborto que o governo está considerando. Isso na Irlanda do Norte, que permite que bebês com essas condições sejam vulneráveis ao aborto até o nascimento.

Terri Thomas disse à Right To Life UK que “algumas pessoas na Irlanda do Norte agora podem considerar uma rescisão simplesmente por causa de uma fenda no lábio ou palato é tão perturbador”.

O Comitê das Nações Unidas para os Direitos das Pessoas com Deficiência, do Reino Unido, Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, sugeriu uma emenda à lei do aborto sobre “deficiência” para que não aplique essa medida contra os bebês com deficiência.

A Comissão de Igualdade e Direitos Humanos disse que esse elemento da Lei do Aborto “é ofensivo para muitas pessoas; reforça estereótipos negativos de incapacidade e é incompatível com a avaliação igual de incapacidade e não-incapacidade”.

*Da redação, com informações de CBN News

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